Ficar linda na gravidez é possível

A atriz Grazi Massafera brilhou na pré-estreia de seu primeiro filme ‘Billi Pig’ em São Paulo. Com destaque para a barriguinha de grávida, a artista escolheu um belo vestido preto e decotado para arrasar ao lado de seus colegas de elenco

Manuela Scarpa/PhotoRioNews

Grazi Massafera 

Grávida de sete meses de sua primeira filha, Sofia, fruto do relacionamento com Cauã Reymond (31), Grazi apareceu deslumbrante na première, com um vestido preto bastante decotado, exibindo excelente forma. Ela contou como faz para estar tão bem. “Não tem nenhum segredo. Acho que é muita alegria, felicidade. Como mais alimentos orgânicos hoje em dia. Mas como de tudo, toda hora que dá vontade. Não tenho nenhuma restrição alimentar”.

É desta forma que a gravidez pode ser um momento de intensa beleza para a mulher,manter uma alimentação saudável,atividade física regular,muita alegria e tranquilidade são os grandes segredos. Leia mais nos posts sobre dieta e exercícios.

Mitos e verdades sobre o sexo na gravidez

Prática é indicada no final da gestação para casais que buscam parto normal.

Mitos e verdades sobre o sexo durante a gravidez

Sexo durante a gravidez traz desconforto para a grávida? Machuca o bebê? Atrapalha o desenvolvimento da gestação? Faz bem ou faz mal?

Mais da metade dos casais que serão pais pela primeira vez vai ao médico com as dúvidas acima já nas primeiras consultas de pré-natal. Entre aqueles que já tiveram problemas com gravidez de risco e ameaça de aborto esse número chega a quase 100%.

Sexo é bom, faz bem para quem pratica e para a relação do casal, pode ser feito sem restrições até a chegada do bebê e é seguro, desde que seja uma gravidez saudável e sem intercorrências.

Riscos podem ocorrer somente quando a gestante tem sangramento (principalmente nos três primeiros meses de gestação), ameaça de aborto ou de parto prematuro. Nesses casos, recomenda-se a abstinência sexual, mas não necessariamente durante toda a gravidez.

Muitas vezes, recomendamos que não pratiquem sexo durante a fase de risco, assim como esforço físico e outros excessos no mesmo período. Passado o problema, o sexo está liberado. Por isso é fundamental o acompanhamento médico.

O bebê

Para o bebê, o sexo não faz bem nem mal. Importante mesmo é a mãe estar com boa saúde. Para a relação do casal, pode fazer muito bem. E não há regras: existem casais que perdem o estímulo sexual durante a gravidez e outros que sentem mais vontade. O ideal é que entrem em acordo e que não percam a harmonia, que é positiva para o bebê.

Em condições normais de gestação, o sexo não machuca o bebê, pois ele está muito bem protegido dentro do útero.

A partir do sexto mês da gravidez, o bebê começa a perceber melhor os estímulos externos, como os sons e a diferença de luz do dia e da noite. Em relação ao sexo dos pais, ele sente apenas os estímulos mecânicos, como se a mãe estivesse caminhando ou fazendo movimentos do dia a dia.

Posições sexuais

As posições da relação sexual devem mudar com o passar dos meses, de acordo com o bom senso do casal. Nos início da gestação, não há restrição. Conforme o útero vai crescendo, o casal deve procurar manter a mulher confortável, sem compressão forte sobre o bebê. Atenção também à coluna da mulher, que não deve ser forçada além da sobrecarga própria da gravidez.

Posições indicadas:

  • Posição colher: a mulher deitada de lado (a mesma indicada para dormir) com o homem atrás.
  • Mulher sentada sobre o parceiro, obtendo mais controle sobre o seu conforto.
  • Papai-mamãe adaptado: o homem deve manter a coluna mais elevada, para não comprimir o abdome da mulher.

O final da gravidez

No final da gravidez, a relação sexual pode causar contrações no útero. Para as mulheres sem risco de parto prematuro, essas contrações não são um problema. Para as que sofrem com dilatação do colo do útero (parte mais baixa do órgão, que segura o bebê) ou que estão grávidas de mais de uma criança, essas contrações têm um efeito maior e a indicação é a abstinência – para não estimular parto prematuro.

Nesse período, a relação sexual libera o hormônio ocitocina, responsável pelas contrações. Nas gestações normais, o sexo é bem-vindo nessa fase porque já vai preparando o corpo da mulher para o nascimento do bebê.

Outro efeito hormonal está na composição do sêmen, que possui uma substância que relaxa o colo do útero, chamada prostaglandina. Portanto, para aqueles casais que tiveram uma gestação saudável e que, por exemplo, optam por parto normal, uma das indicações médicas para o final da gravidez é praticar sexo.

Para quem tem risco de parto prematuro, o raciocínio é sempre o inverso.

Depois do parto

Após o nascimento do bebê, recomenda-se a média de seis semanas sem sexo, tempo que o corpo da mulher leva para voltar às condições normais e se proteger de microorganismos e infecções.

Depois de uma cesariana, é importante aguardar o período de recuperação. Se ainda não estiver cicatrizada, dificilmente a mulher conseguirá se soltar e curtir a relação sexual.

Assim que o bebê nasce, ocorre queda das taxas do hormônio feminino e predominância do hormônio que leva à produção do leite. Esse estado geralmente provoca na mulher uma baixa da libido.

Para voltar a praticar sexo depois da chegada da criança, é importante que o corpo da mulher tenha voltado às suas condições normais, que ela esteja segura e que o casal esteja adaptado à sua nova condição em casa.

Gravidez tardia

Plenitude e amor incondicional são alguns dos sentimentos vividos por mulheres que decidem ser mãe. E essa decisão tem ocorrido cada vez mais tarde nos dias de hoje, por várias razões: o surgimento da pílula anticoncepcional, a participação feminina ativa na vida social, econômica e política e, principalmente, o ingresso no mercado de trabalho.

Gravidez tardiaSe antes o ímpeto de casar e ter filhos ocorria por volta dos 20 anos de idade, atualmente ele acontece perto dos 30. Só na maternidade do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), em agosto de 2007, perto de 25% dos cerca de 300 partos foram realizados em mulheres com mais de 35 anos e 3% em pacientes acima de 40 – os percentuais são expressivos.

Mas até que ponto o adiamento da maternidade interfere nas possibilidades de uma gravidez natural? Segundo especialistas, o tempo é um dos vilões para a reprodução, no caso da mulher. Estima-se que todas nasçam com cerca de 2 milhões de óvulos, os quais também “envelhecem” anualmente, ou seja, os óvulos de uma mulher de 30 anos têm 30 anos. O período biologicamente ideal para a gravidez é dos 18 aos 28 anos.

A partir dos 35, além da maior dificuldade de engravidar, a mulher está exposta ao risco de gerar uma criança portadora de anormalidades genéticas. “Estima-se que após os 35 anos a probabilidade de o bebê nascer com síndrome de Down, por exemplo, seja de 1 para 350, enquanto acima de 40 anos é de 1 em 100”, explica o dr. Eduardo Cordioli, coordenador da maternidade do HIAE. Aos 20 anos, o risco é de 1 em 1.600.

De olho na fertilidade

Para evitar surpresas e problemas de infertilidade, o caminho é a prevenção. É preciso passar por consultas periódicas com ginecologistas e tentar não adiar demais a busca pelo filho.

Convém também, antes de começar a encomendar o bebê, ou na época de noivado, que o homem e a mulher passem por exames para verificar como anda a saúde reprodutiva de cada um. Quanto antes o diagnóstico for feito, maiores são as chances de tratamento.

Estima-se que após os 35 anos a probabilidade de o bebê nascer com síndrome de Down, por exemplo, seja de 1 para 350, enquanto acima de 40 anos é de 1 em 100

Entre os principais problemas de infertilidade feminina estão: interrupções nas trompas, distúrbios de ovulação e endometriose. Para os rapazes, os maiores vilões são infecções, doenças sexualmente transmissíveis e a varicocele (varizes nos testículos).

Segundo especialistas em reprodução humana, cerca de 20% dos casais terão dificuldade de gerar um bebê e muitos desses terão de recorrer à fertilização in vitro para realizar o sonho de ser pai e mãe

Parto normal é melhor

Esse é o desfecho natural da gravidez, muitas vezes deixado de lado por medo ou comodidade. Conheça as vantagens desse momento especial para a mãe e para o bebê.

Quando o bebê escolhe a hora de nascer

Parto normal é melhorO índice de cesarianas no Brasil é um dos mais altos no mundo: 43%, segundo dados de 2008 do Ministério da Saúde, o triplo do que recomenda a Organização Mundial da Saúde.

Entre os fatores que elevam a taxa às alturas, os especialistas apontam, sobretudo, o medo que muitas gestantes têm de sentir dor e a comodidade de pais e obstetras de escolherem uma data para se planejar.

Imagine-se dormindo tranquilamente no seu quarto, seu ambiente mais seguro e, de repente, aparecem várias pessoas batendo pratos e com holofotes no seu rosto. Você vai acordar de bom humor?

A cesariana, de fato, salva muitas vidas, pois nem todo nascimento seria bem-sucedido de maneira natural, por limitações de saúde ou físicas da mãe, do bebê ou de ambos. Portanto, não se pode simplesmente taxá-la como má escolha, em defesa do parto normal.

Segundo o dr. Marco Antônio Lenci, obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), o melhor parto é aquele que preza pela segurança da mãe e do bebê e garante um final feliz para todos, independentemente de ser normal ou cesáreo.

Entretanto, o médico alerta para o fato de que a escolha pela cesariana eletiva, aquela com hora marcada, em geral atende aos interesses dos adultos, preocupados com as questões práticas da vida contemporânea. “É raro pensarem no bebê, em como será recebido”, avalia, brincando em seguida: “Imagine-se dormindo tranquilamente no seu quarto, seu ambiente mais seguro, e de repente aparecem várias pessoas batendo pratos e com holofotes no seu rosto. Você vai acordar de bom humor?”

O foco de pais e equipe médica, portanto, deve estar primordialmente na recepção ao pequeno. É preciso dar-lhe boas-vindas de uma forma suave, para que ele se sinta acolhido assim que colocar os pezinhos no mundo.

No centro obstétrico, o ambiente deve ser aconchegante, com luz baixa e menos ruídos, para favorecer um primeiro contato tranquilo entre a mãe e o bebê

O caminho para o sucesso desse momento tão especial está na chamada humanização do parto, que leva em conta aspectos biológicos, psicológicos e técnicos. Por isso, ao longo do pré-natal a gestante deve manter um diálogo franco com o obstetra, compartilhando dúvidas, receios, os prós e os contras das duas modalidades de dar à luz. “Já no centro obstétrico, o ambiente deve ser aconchegante, com luz baixa e menos ruídos, para favorecer um primeiro contato tranquilo entre a mãe e o bebê”, explica o dr. Máximo Akira Hanada, obstetra do Einstein.

Parto normal

Embora seja o desfecho natural da gravidez, é temido por muitas gestantes por conta da dor. Mas esse receio não faz mais sentido. “Hoje é possível dar à luz sem o sofrimento de décadas atrás, com a ajuda de analgésicos”, explica a Enfermeira Adriana Policastro, Obstetra e Coordenadora de Enfermagem da Maternidade e do Centro Obstétrico do Einstein.

E tem outras vantagens:

  • O bebê, ao passar pelo canal do parto, sofre compressão do tórax, o que elimina boa parte do líquido amniótico que traz nos pulmões, favorecendo a respiração.
  • Possibilita o aleitamento precoce, logo depois de o bebê nascer, para aumentar sua imunidade.
  • A recuperação é mais rápida e praticamente sem dor.

Parto cesáreo

Surgiu para salvar a vida da mãe e do bebê quando o parto normal não evoluía bem. Com o tempo, as técnicas se aprimoraram e hoje é um procedimento seguro, mas com indicações específicas, como descolamento prematuro da placenta e sofrimento fetal. No entanto, vantagens como a comodidade de escolher dia e hora do nascimento do bebê sobressaíram. “Hoje vemos muitas mães plenamente capazes de dar à luz por parto normal que acabam optando pela cesárea, por motivos pessoais”, afirma Adriana.

Alguns pontos que devem ser levados em consideração, nesse caso:

  • Risco maior de infecção e problemas com a anestesia, assim como em todo procedimento cirúrgico.
  • Bebê não recebe informações psicofísicas de que está para nascer, como as contrações durante o trabalho de parto. Pode ser uma experiência traumática.
  • A recuperação da mulher é mais lenta, pois o corte no abdome exige descanso para a cicatrização, além de causar dores.

Fonte : www.einstein.com.br

Sinais da chegada do bebê

Os bebês anunciam a sua chegada. Na maioria das vezes, eles mandam sinais de que estão prontos para encarar o mundo aqui fora. Entretato a ansiedade, sensação comum à maioria das grávidas que estão próximas da hora do parto, pode inteferir na interpretação desses sinais.

A contração, por exemplo, é um dos principais sinais de que a hora do nascimento do bebê está próxima. “É a evidência de que o trabalho de parto começou. Mas é preciso saber diferenciar as contrações em latente e ativa. Só nessa segunda fase é que se deve ir para o hospital”, explica Eduardo Cordioli, coordenador médico da Maternidade do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

De acordo com o dr. Eduardo é preciso paciência. O trabalho de parto normalmente tem início entre a 37ª e a 42ª semana de gestação e pode levar mais de 12 horas, principalmente se for o primeiro filho.

Dividido em duas fases é, em geral, na segunda – chamada de ativa – que a gestante deve tomar o caminho da maternidade. Permanecer em casa no início das contrações é mais confortável. A grávida fica no seu ambiente, na sua cama e, se tiver banheira, pode relaxar com um banho morno – excelente para aliviar as dores das contrações, caso elas ocorram.

Fique por dentro de cada etapa do trabalho de parto e saiba reconhecer os sinais reais da chegada do bebê.

Pré-parto: sinais sutis

Pode ter início 15 dias antes do nascimento ou até horas antes da chegada do bebê. Três sinais o anunciam e a gestante pode apresentar todos, alguns ou nenhum. Um deles é a contração de Braxton-Hicks, sentida a partir do sétimo mês, cuja frequência é maior na última quinzena da gravidez. São tão rápidas que as mulheres as confundem com a movimentação do bebê

A queda da barriga é outro sinal: o bebê desce e se encaixa na região pélvica.

O último sinal é a saída do tampão – um muco que bloqueia o útero e impede a entrada de bactérias vaginais. “Com a aproximação do parto, o feto pressiona o colo do útero e o tampão pode se soltar”, conta o dr. Eduardo.

O bebê continua protegido pela bolsa d’água e ainda pode demorar 15 dias para nascer. Na calcinha, o tampão aparece como um corrimento amarelado ou esverdeado. É normal que contenha um pouco de sangue.

Em todos esses casos é importante ligar para o seu médico a fim de que ele acompanhe todos os sinais.

Fase latente: está quase na hora!

É nesse momento que começa de verdade o trabalho de parto. Essa fase pode durar de dois dias a duas semanas e as contrações vêm de forma irregular. “A contração ocorre para afinar o colo do útero e empurrar o bebê, alargar o canal de parto e dilatar o colo. Algumas mulheres relatam dor, outras não. Tudo depende do limiar de dor de cada uma”, diz o dr. Cordioli. Nessa fase, a barriga endurece e depois relaxa. As contrações aparecem e depois somem. Avise o médico e fique de olho na evolução. Para ter certeza se está nessa fase, deite-se um pouco ou tome um banho quente. Se as contrações passarem, pode ser o que os médicos chamam de falso trabalho de parto.

Fase de transição: falta pouco

Nesse momento você deverá estar no hospital, com contrações em intervalos de 2 a 3 minutos. A fase de transição pode durar mais de duas horas, período em que a dilatação do colo do útero se aproxima dos 10 centímetros. É nesse período que a gestante recebe a analgesia (pequena dose de anestesia, que diminui a sensibilidade sem interferir nas contrações). O bebê também responde aos avisos dos hormônios maternos e começa a fazer manobras corporais para deslizar pelo canal de parto. Ele encosta o queixo no tórax, suspende um ombro e os ossos da cabeça se sobrepõem, fazendo-a diminuir de tamanho.

Fase de expulsão: vai nascer

A dilatação do colo do útero atinge 10 centímetros e a cabeça do feto estará visível pelo canal de parto. As contrações atingem sua intensidade máxima e têm duração maior, mas os intervalos passam a ser mais longos, de cinco em cinco minutos. O estágio pode durar por alguns minutos ou até 3 horas e termina com o
nascimento da criança.

Fase de dequitação: última contração

Entre 5 e 30 minutos após o nascimento do bebê a placenta será expulsa com uma última contração forte. Nas cesáreas, é o médico quem a retira.

Fonte : www.einsten.com.br

Como perder peso após parto

Dicas de como perder peso pós-parto
Após o parto a perda de peso começa naturalmente, depois você precisa ajudar!

Os principais fatores determinantes para o aumento de peso durante a gestação estão associados ao estilo de vida no período pré e pós-parto.

O período pós-parto também chamado de puerpério, dura em torno de seis a oito semanas e só termina com o retorno das menstruações. Esse é um momento de mudanças físicas, fisiológicas e psíquicas.

Para a mulher que acabou de ganhar neném voltar ao peso que tinha antes de engravidar, é preciso manter uma alimentação equilibrada e ao mesmo tempo garantir a qualidade da amamentação.

A dieta pós-parto

A alimentação depois do parto normal pode ser feita normalmente após o término dos efeitos da anestesia com a alimentação liberada pelo hospital. Já no parto cesárea, a alimentação deverá ser iniciada gradualmente após seis horas e deve ser de fácil digestão, equilibrada em nutrientes e fibras para favorecer o funcionamento do intestino e a adequada produção de leite.

O peso corporal no pós-parto

Imediatamente após o parto, já ocorre naturalmente a perda de peso, aproximadamente cinco quilos, pela saída do recém-nascido, placenta, líquido amniótico e sangue. Esta redução permanece por mais alguns dias, com a eliminação de líquidos retidos no organismo e normalização das funções intestinais.

Para perder peso após o parto é importante:

Não fazer dietas malucas e restrições alimentares.
Manter uma alimentação saudável sob a orientação de um nutricionista.
Evitar alimentos ricos em gordura saturada e trans, como pele de frango, queijos amarelos, molhos de salada industrializados, salgadinhos, bolos e biscoitos recheados e preparações gratinadas.
Utilizar métodos para cozinhar que adicionam pouca ou nenhuma gordura, como assar, grelhar e cozinhar a vapor.
Evitar a gula! Cuidado com o tamanho das porções.
Assim que houver liberação médica saia com seu bebê para caminhar pelo bairro ou faça exercícios, por exemplo, bicicleta ergométrica em casa, enquanto o bebê dorme.

Ao amamentar, além de seguir uma alimentação saudável, é possível perder de dois a quatro quilos em um mês sem comprometer a produção de leite e consequentemente, o crescimento e desenvolvimento do bebê. Porém, se a mulher ganhou mais de 12 kg durante a gestação será mais demorado voltar à boa forma.

A relação entre lactação (amamentação) e mudanças na composição corporal da mulher existe. Para a mulher que amamenta é necessário consumir uma quantidade adicional de aproximadamente 600 calorias e de 16g de proteína ao dia. Porém no pós-parto, quando o organismo da mulher está preparado para lactar, nem sempre ela consome a quantidade necessária de calorias para produzir o leite que o bebê ingere. Se estiver amamentando, o organismo irá retirar aquela reserva acumulada para fabricar o leite materno. Se a amamentação for exclusiva (por seis meses) conforme recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS), a perda de peso da mãe será mais rápida.

Portanto se a mãe parar de amamentar precocemente vai acabar conservando as calorias que seriam usadas para fabricar leite materno, e então, demorará mais tempo para voltar ao peso pré-gestacional.

O parto normal de Gisele

Gisele Bundchen conta a experiência do parto normal

Parto normal

Parto normal

Dúvidas da gestante

DÚVIDAS FREQUENTES DA GESTANTE

*Posso ir ao dentista ? – Sim,infecções bucais não tratadas podem causar doenças ao bebê e levar a indução do parto prematuro.

* Posso dirigir  durante a gestação ? – Sim,mas tenha atenção redobrada e use cinto de segurança.Em viagens longas,faça paradas a cada 2 horas para alimentar-se,urinar e caminhar um pouco.

* Posso tingir os cabelos ? – Se for absolutamente imprescindível,aguarde o terceiro mes de gravidez,evite a mistura de produtos e procure manter estas substancias o menor tempo possível em contato com o couro cabeludo.

* Posso usar salto alto?-Sim ,mas é recomendável dar preferência aos sapatos confortáveis de salto baixo e base larga,evitando assim a chance de quedas ou torções.

* A gestante pode se submeter ao RX ? -Se for for necessário a gestante devera usar um avental de chumbo sobre o abdome,para proteger o bebê da radiação.

*Qual o melhor tipo de parto? –É aquele em que tanto a mãe quanto o bebê saem nas melhores condições.Durante o pré natal busque todas as informações e converse muito com o obstetra.Não fique ansiosa,a natureza é sábia e indicará  o caminho no momento certo.

*Qual a melhor anestesia para o parto? – Depende do tipo de parto,o parto normal pode ser feito sob anestesia local,raquianestesia baixa ou peridural continua.Para a cesariana a anestesia pode ser raqui ou peridural.

*Posso manter relações sexuais durante a gravidez? – Sim,sexo na gravidez não faz mal a você nem ao seu bebê.A prática sexual pode ser um momento de relaxamento e prazer,que estimula o carinho e une o casal.O bebê esta protegido e o pênis não o alcança.A relação só é contraindicada em casos de perdas de sangue ou liquido,trabalho de parto preamturo ou abortos de repetição.

Desconfortos frequentes na gravidez

COMO EVITAR DESCONFORTOS FREQUENTES NA GRAVIDEZ

  • Enjoos ou vomitos :descance bastante,coma menos e com maior frequência,escolha alimentos de consistencia leve ( pures,sufles,sopas e carnes desfiadas),não misture alimentos quentes e gelados na mesma refeição,deixe os líquidos para os intervalos das refeições,opte por torradas ou biscoitos salgados como a primeira refeição do dia,ao sentir enjoos beba pequenas quantidades de água mineral ou limonadas resfriadas para aliviar sintomas.
  • Azia :não fique longos períodos sem comer,mastigue bem e coma devagar,mantenha-se sentada após as refeições.
  • Intestino preso:beba 8 a 10 copos de água por dia,aumente o consumo de fibras ( cereais integrais,frutas e hortaliças),coma frutas secas entre as refeições,faça exercícios físicos regulares,evite o uso laxantes ( podem prejudicar a absorção dos nutrientes).
  • Inchaço: controle a ingestão de sal,faça caminhadas ou hidroginástica,repouse com as pernas elevadas,use meias elásticas adequadas para a gravidez.O excesso de peso,o tabagismo e a alimentação inadequada aumentam o inchaço.
  • Manchas :use protetor solar,chapéus e óculos de sol.